Cinco motivos para assistir o Six Major Paris 2018

Cinco motivos para assistir o Six Major Paris 2018

O Major de Rainbow Six é a maior competição do esport da Ubisoft, ocorrendo duas vezes por ano. A grandiosidade do evento certamente atrairá os olhos de jogadores, espectadores e mídia do planeta inteiro por uma semana, iniciando-se na segunda, 13, e encerrando-se no domingo, 19, em que somente um time levantará o troféu de campeão mundial de Rainbow Six Siege.

Pela competição ocorrer em Paris, onde a diferença de fuso horário é de apenas cinco horas a mais, os jogos devem ocorrer em horários acessíveis à maioria do público brasileiro. É uma oportunidade para os novos espectadores se aventurarem no cenário competitivo de Rainbow Six,  mas ai começam os questionamentos: Será que vale a pena assistir o campeonato? Vou conseguir entender o que está acontecendo nas partidas? Vou me divertir assistindo os jogos?

Para responder a esses questionamentos, separamos cinco motivos pelos quais você não pode perder nem um segundo do Major Paris!

Rainbow Six não é um bicho-de-sete-cabeças

Se aventurar por um novo jogo online normalmente é um desafio, mas R6 ao mesmo tempo que tem suas particularidades, tenta se aproximar de jogos mais conhecidos para se tornar mais amigável ao público. 

Cada partida possui duas fases, em que uma das equipes vai invadir (os atacantes) o território ocupado por outra equipe (os defensores) na primeira fase, invertendo a função das equipes na fase seguinte. A equipe defensora pode reforçar entradas e colocar armadilhas, como arame farpado, antes do ataque da outra equipe, que pode vasculhar o território inimigo com o uso de drones controlados remotamente.

O trabalho em equipe é característica fundamental, e muitas vezes é o que diferencia os vencedores dos perdedores. O “teamwork” é complementado pela diversidade dos operadores (personagens) do jogo e de seus mapas, ambos com características únicas que favorecem certas estratégias dependendo do mapa escolhido.

A vitoriosa FaZe na Pro League Latam (FaZe Clan / Gui Caielli)

A acirrada disputa pelo título

A competição reunirá dezesseis das melhores equipes do planeta, distribuídas entre quatro grandes regiões. Representando a América do Norte estão Evil Geniuses, Obey Alliance e Rogue; da Ásia-Pacífico vêm Element Mystic, Fnatic e Nora-Rengo; os representantes europeus são Team Vitality, Millenium, Orgless, Team Secret, G2 Esports e a anfitriã Mock-It; e os latino americanos, todos brasileiros apesar de pertencerem a organizações estrangeiras, são Team Liquid, Faze Clan, Ninjas in Pyjamas e Immortals.

As partidas prometem ser do mais alto nível, técnico e emocional, pois além da campeã da Pro League da sétima temporada, Team Liquid, todos os finalistas da mesma competição estão no Major, assim como a campeã do Dreamhack Valencia de julho, I Don’t Know (representada pela Team Secret) e a campeã do Six Invitational de Fevereiro em Montreal, a Penta, agora representada sob a bandeira da G2 Esports.

Grupos do Six Major Paris (Divulgação / Ubisoft)

O crescente número de torneios no Brasil

A Ubisoft vem investindo fortemente no seu setor de esports, e o Brasil não ficou de fora. Possuindo servidor próprio há alguns anos, competições como o Brasileirão de R6 surgiram e ganharam importância no cenário nacional e regional, atraindo jogadores para si e, aos poucos, atraindo público também, tanto pela visualização dos campeonatos como pelas transmissões dos jogadores profissionais.

Aproveitando-se deste crescimento, as finais mundiais da Pro League da sétima temporada foram trazidas para o Brasil, e em 2018, novamente as finais da Pro League serão disputadas em solo brasileiro, desta vez na Jeunesse Arena, no Rio. Acontecendo nos dias 17 e 18 de novembro, é tempo mais que o suficiente para adotar uma equipe ou um jogador e ir torcer de pertinho junto com outros milhares de brasileiros ensandecidos.

O histórico está a favor das equipes brasileiras

Falando agora em possibilidade de título, é sabido que as organizações brasileiras figuram entre os mais prováveis candidatos ao título disputado em Paris. A América Latina vem apresentando resultados positivos nas competições globais, excluindo o Six Invitational deste ano, em que Team Liquid e Faze Clan estavam vindo de um processo de reformulação de equipe que se iniciou em janeiro.

Na sexta temporada de R6, a competição teve suas finais disputadas pela primeira vez no continente americano, justamente em São Paulo. Em 2017, milhares de pessoas presenciaram a final que ocorreu na Arena MAX5, tanto presencialmente como nos canais da Ubisoft, onde os brasileiros da Black Dragons chegaram até as finais, com a Ence (EU) se consagrando campeã.

E se o segundo lugar foi um bom começo para os brasileiros, 2018 estava reservado para que acontecesse a primeira vitória de uma equipe brasileira na Pro League, em maio. A Team Liquid conquistou a final de forma espetacular, derrotando a Penta Esports com direito a prorrogação na segunda partida, que parecia na ocasião sacramentar a Penta como campeã.

Team Liquid no BR6 (Divulgação / Ubisoft)

Além das equipes, a narração também é brazuca

Esta edição do Major de Paris, além das equipes brasileiras, terá um toque verde-amarelo a mais: a transmissão dos jogos será realizada em português 100% nacional, além das já confirmadas transmissões em inglês e francês. Ricardo “qep” Fugi, Guilherme “GuizaO” Kemen, André “Meligeni” Santos e Otávio “Retalha” Ceschi irão narrar os jogos nos canais brasileiros da Ubisoft, na Twitch e no Youtube.

Meligeni e Retalha já são velhos conhecidos dos esports brasileiros, em especial dos jogos de tiro. Dos campeonatos narrados nos sites da ESL Brasil e Ubisoft aos campeonatos amadores, ambos fizeram sua presença valer e se tornaram hoje muito respeitados e queridos pela comunidade, através de uma narração descontraída e simples enquanto apresentam as informações ao público.

O papel que ambos tiveram na evolução dos esports, em especial o R6, é incontestável, e reconhecido mundialmente. Tanto que o próprio Meligeni faz parte do documentário “Another Mindset”, produzido pela Ubisoft, que inclui outras personalidades do Rainbow Six como Nicolle “Cherrygumms” Merhy, co-fundadora da Black Dragons, e Niclas “Pengu” Mouritzen, jogador da G2 Esports, considerado um dos melhores do mundo atualmente.

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